Com apoio da Prefeitura, EP Cabaça Sonora reúne artistas do Centro Antigo e terá faixas nas plataformas digitais

O projeto EP Cabaça Sonora, que está em sua segunda edição, lançará na próxima sexta-feira (27), em diversas plataformas de streaming, o resultado da iniciativa, que reúne canções inéditas e uma música criada de forma coletiva por cinco artistas do Centro Antigo de Salvador.

O trabalho foi contemplado pelo edital Territórios Criativos, Ano II, da Fundação Gregório de Mattos (FGM), vinculada à Secretaria de Cultura e Turismo (Secult), da Prefeitura de Salvador.

O edital seleciona e apoia projetos culturais das mais diversas linguagens artísticas, como música, teatro, dança, audiovisual e literatura, contemplando propostas localizadas em diferentes regiões administrativas da capital baiana. Puderam submeter propostas pessoas físicas maiores de 18 anos com experiência na área cultural; microempreendedores individuais (MEI) atuantes na cultura; e pessoas jurídicas de direito privado, com ou sem fins lucrativos, que atuam no campo artístico-cultural.

Na segunda edição do EP Cabaça Sonora, participam os artistas Ejigbo Oni, Iná Tupinambá, Jade Lu, Paulinho do Reco e Victor Badaró. Os cinco apresentam canções com influências do samba, reggae, arrocha e outras rítmicas populares brasileiras, criadas ao longo de seis meses de formação. Durante esse período, eles participaram de quatro ciclos formativos e de criação, incluindo laboratório coletivo, imersões individuais, preparação vocal, produção musical e audiovisual.

“O projeto de EP Cabaça Sonora garante que artistas negros e indígenas possam gravar com qualidade e lançar com estratégia, fortalecendo memória, futuro e inserção no mercado. Nossa meta é que o projeto seja calendarizado anualmente, consolidando-se como um espaço de referência em lançamentos musicais para artistas independentes”, reforça Camila Brito, idealizadora, curadora e diretora de produção do projeto.

Vinculado ao selo musical Cabaça Sonora e à Coliga Produções, o projeto tem como propósito fomentar a produção fonográfica baiana a partir do protagonismo negro e indígena, nas canções e bastidores, contribuindo para o desenvolvimento de carreiras artísticas emergentes, na construção de memória da música negra e indígena e para o enfrentamento das desigualdades étnico-raciais no mercado da música.

A produção musical é de Felipe Guedes, e a mixagem e masterização são assinadas por Jordi Amorim, com gravação de vozes por Richard Meyer. Cada música também nasce acompanhada de um audiovisual, dirigido por Tamires Almeida e lançado no canal youtube.com/@cabacasonora também na próxima sexta. 

Outras notícias

POLÍTICA

Marcell Moraes confirma pré-candidatura a deputado federal e recebe apoio de lideranças nacionais do PSDB

26 de Fevereiro de 2026

POLÍTICA

Sindicatos repudiam violência contra jornalista na Câmara

26 de Fevereiro de 2026

POLÍTICA

Projeto de Marcelle Moraes autoriza sepultamento de pets em jazigos de tutores

26 de Fevereiro de 2026

CIDADE

Prefeitura de Salvador mantém aberto credenciamento para novos taxistas

26 de Fevereiro de 2026

CIDADE

Simm oferece 447 vagas para esta quinta-feira (26)

26 de Fevereiro de 2026

Ver mais

Do amor à indecisão 09 de Março de 2018

TSE mantém multa contra campanha de Bolsonaro por fake news 21 de Junho de 2023

Advogado de Lula pede que juiz reconsidere acesso a sistema da Odebrecht 05 de Setembro de 2019

Ivete Sangalo é internada em hospital em Salvador; saiba detalhes 26 de Fevereiro de 2026

Treta entre Ana Paula e Cowboy movimenta BBB 26; veja tudo o que aconteceu 23 de Fevereiro de 2026