20 pontos onde é possível malhar sem gastar nada em Salvador
Dia de sol, manhã movimentada e o Parque da Cidade lotado. Sim, dá para ser saudável sem gastar nem mesmo R$ 1 real. O CORREIO mostra que o orçamento apertado não é desculpa para não se exercitar. Na capital baiana há, pelo menos, 20 espaços – desde academias ao ar livre a pistas de corrida – onde é possível fazer as pazes com a balança, pagar a promessa de começar a malhar, curtir a brisa e a paisagem sem ter que mexer no bolso.
Só este ano, foram instalados pela Prefeitura de Salvador 75 kits para exercícios de baixo impacto. Com investimentos que somam R$ 1 milhão, a expectativa é chegar até o final do ano a 100 Academias de Saúde espalhadas em várias partes da cidade que, juntas, representam a implantação de 1.050 equipamentos.
“É uma alternativa de saúde gratuita para qualquer pessoa, independente da faixa etária. Ocupamos o espaço público e qualificamos o seu uso. Muitos desses locais eram mal utilizados”, destaca o secretário municipal de Manutenção (Seman), Marcílio Bastos.
Investimento
Após a revitalização do Parque da Cidade, o promotor de vendas Raimundo Melo tem colocado a sua saúde em dia. “Eu ia entrar em uma academia e teria de gastar dinheiro com isso. Aqui é de graça. Antigamente, eu sentia dores no peito e não tinha disposição para trabalhar. Hoje me exercito, tomo banho e vou direto para o trabalho”, conta.
E o custo de ser saudável pode ser mais alto do que se imagina, o que torna os espaços públicos uma ótima opção para aqueles que precisam eliminar também as “gordurinhas” do orçamento. Academias do ramo estimam que gastos com pacotes que incluem atividade física e acompanhamento profissional chegam a até R$ 2 mil por ano.
Esses mesmos R$ 2 mil, por outro lado, representam o desembolso mensal de um sedentário acima do peso, com problemas de pressão, taxas altas de colesterol e glicemia. A estimativa de gastos com medicamentos, consultas médicas e tratamento é do vice-presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia, o cardiologista Júlio Braga.
“A prática de exercícios físicos dá uma resposta melhor nas condições de saúde, quando comparada a quem não faz nada. Ao longo da vida, essa pessoa vai estar menos sujeita a cirurgias, doenças e afastamentos no trabalho”, afirma Braga. “Qualquer atividade em torno de 50 minutos, três vezes por semana, já é considerado uma atividade física.
Mudança de hábitos
Depois de enfrentar um quadro de indisposição constante, a enfermeira Juliana Oliveira passou a investir na prática de atividade física. Fora isso, os quilinhos a mais também incomodavam. “Na última vez que havia ido ao médico, meu açúcar estava muito alto. Tudo isso foi juntando e eu vi que precisava tomar uma atitude de vez. Agora estou buscando saúde e um corpo melhor para mim”, ressalta Juliana, que de janeiro até agora conseguiu perder 14 quilos.
Quando teve que gastar, em um ano, cerca de R$ 1,5 mil com a compra de medicamentos para controlar a pressão arterial, uma esteira ergométrica e com consultas médicas e exames, a empresária Stephanie Souza também mudou totalmente sua alimentação e se jogou na malhação. Ela conseguiu controlar a pressão, diminuir a dosagem do remédio e perder o peso extra que tinha ganhado. “Estava naquela de trabalhar sem parar e muito sedentária. Até que fui ao médico e descobri que estava com a pressão alta. Nem completei 30 anos ainda e me vi tendo que tomar remédio todos os dias e, ainda por cima, havia engordado 13 quilos. Tinha que mudar de qualquer jeito”, afirma.
Hoje, Stephanie faz o que ela mesmo define como “trocas saudáveis”: “Depois que eu consegui regularizar minha saúde, em vez ir para um barzinho e gastar com comidas e bebidas, vou ao Parque de Pituaçu, alugo uma bicicleta e pedalo 15 km. Estou trocando custos”, afirma.
Fonte: Correio24Horas
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