Famosos criticam mascaras de carnaval de Fábio Assunção: 'dependência é química caso sério'

Famosos e anônimos levantaram o debate sobre a máscara de carnaval do Fábio Assunção. A tendência para a festa é o rosto do ator recortado em papelão em alusão aos memes que surgiram após ele ter sido flagrado alterado e ter respondido na polícia por acusação de dano qualificado ao patrimônio público, desacato a autoridade, desobediência e resistência a prisão.

Uma postagem no Instagram do influenciador AD Junior fala sobre as máscaras e diz "O Brasil e os Estados Unidos vivem uma grave epidemia de consumo de drogas, nos US chamada de “opioid crisis”. Estamos vivendo uma inversão de valores, onde rir das pessoas que estão vivendo o pior momento de suas vidas é engraçado". O texto recebeu quase cinco mil curtidas em poucas horas e exibe a imagem do ator com o comentário "Dependência química é caso sério". Juliana Alves, a ex-BB Gleici Damasceno e Dan Ferreira foram alguns dos famosos que apoiaram as críticas.

Em outubro do ano passado, Fábio Assunção disse em entrevista no programa Conversa com Bial que tinha que lidar com o estigma pela passagem por uma dependência química. Na ocasião, o ator declarou que já teve "uso exagerado e uma relação obsessiva" com as drogas. As declarações ocorreram após Fábio virar meme nas redes sociais, em junho, depois de se envolver em uma confusão em junho de 2017 na cidade de Arcoverde, no Sertão pernambucano.

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Eu vi cerca de 20 ou mais pessoas compartilhando a máscara de carnaval do Fábio Assunção e deixei de seguir todas... Sim amigos, Estão preparando fantasias de Carnaval com máscaras desse homem que tem/teve problemas com uso de entorpecentes . Você já teve um amigo, conhecido ou parente com esse problema? O Brasil e os Estados Unidos vivem uma grave epidemia de consumo de drogas, nos US chamada de “opioid crisis”. Estamos vivendo uma inversão de valores, onde rir das pessoas que estão vivendo o pior momento de suas vidas é engraçado. Em 2019 podemos ser mais sensíveis, conscientes e principalmente adultos... Quer um Brasil melhor comece encarando problemas de saúde pública e a esfera íntima de uma pessoa doente com mais respeito. Eu preciso lutar contra o racismo? Yes! Mas não adianta nada eu falar contra o preconceito contra negros e fingir que misoginia, gordofobia, homofobia etc. não existem as vezes até combinado! Obrigado @liz_lykkegaard pelo texto maravilhoso.

Uma publicação compartilhada por AD Junior (@adjunior_real) em 9 de Jan, 2019 às 11:33 PST

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