Taissa Gama descreve como inaceitável o caso de ejaculação em ônibus de São Paulo

FOTO: REPRODUÇÃO
A secretária de Politicas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), Taissa Gama, em entrevista ao site Política Livre, repudiou a decisão do juíz José Eugenio do Amaral Souza Neto, do Tribunal de Justiça de São Paulo, ao não enquadrar o caso de ejaculação em uma mulher dentro de um ônibus da capital paulista como estupro.
Diego Novais, de 27 anos, foi preso em flagrante, mas liberado um dia depois, em audiência de custódia, onde o juiz declarou “não haver constrangimento” no caso, o que exime Diego de detenção.
“O absurdo já começa quando você está no transporte público e é constrangida quando um homem ejacula em você. O segundo absurdo é um juiz não julgar tal ato como crime e soltar o meliante. E o terceiro absurdo é a reincidência desse mesmo homem pela impunidade. Se a incidência é grave, a reincidência é inaceitável. Espero que a justiça reveja a posição tomada”, disse a secretária, enfatizando que a medida do juiz José Eugenio do Amaral Souza Neto fez com que o agressor voltasse a cometer o mesmo crime neste sábado (2), mas desta vez sendo indiciado como estupro.
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